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ECOPOETIC

ECOPOÉTICO

2024

03 DE AGOSTO

18H ÀS 20H

Evento Artístico Associado à

Conferência LABAN

2024

Rio de Janeiro

Teatro Ruth Cardoso e

Jardins do Parque Gloria Maria

DIREÇÃO ARTÍSTICA

REGINA MIRANDA

ECOPOÉTICO, do grego "oikos", que significa casa, em combinação com "poiesis", que significa criar, pode ser entendido como “o ato de se criar um lar”. Ao pensar nosso planeta como a casa que compartilhamos com milhões de espécies, práticas artísticas ecopoéticas buscam cultivar relacionamentos significativos, tornar lugares mais saudáveis e apontar caminhos para melhores condições de vida.

Nesse sentido, nosso evento valoriza performances que dialoguem com o ambiente, sem se sobreporem aos espaços circundantes ou prejudicarem seu uso habitual. Sua estrutura se constitui como uma rede multicêntrica de performances simultâneas e não intrusivas, que evitam palcos, som amplificado ou instalações fixas e conectam artisticamente os espaços internos e externos de uma instituição.

As edições anteriores (2008/2018/2022) mostram que ECOPOÉTICO é capaz de transformar percepções sobre contextos geográficos e culturais, colaborar na redefinição de espaços sociais e criar uma experiencia estética prazerosa e envolvente para todas as pessoas envolvidas.

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PERFORMANCES
ECOPOÉTICO 2024

15 PERFORMANCES SIMULTÂNEAS

EM DIÁLOGO COM OS ESPAÇOS INTERNOS E EXTERNOS DO 

PARQUE GLORIA MARIA / TEATRO RUTH DE SOUZA EM SANTA TEREZA,

RIO DE JANEIRO

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ASAS E ABISMOS

Concepção: Regina Miranda e Ligia Tourinho Atuação: Ligia Tourinho Dramaturgia e direção: Regina Miranda Com dramaturgia tecida à partir da obra da jornalista, dramaturga e ativista política brasileira Patrícia Galvão, mais conhecida por seu apelido de - Pagú, a performance afasta-se da sedução de representar a “musa do Modernismo brasileiro”, optando por apresentar uma espécie de diário cênico de sobrevivência, composto por suas próprias palavras em diferentes fases da vida. Nele, quem se dá a conhecer é a mulher libertária, que resiste à normatividade, parte para a luta em diversas frentes e não se entrega à proximidade da loucura ou cede à impotência diante das situações limite que precisou enfrentar durante sua vida.

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DENTRO - TUDO EM NÓS EXPANDE E RECOLHE

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BUSCA 12 X 12

Concepção: Carolina Navarro, Carol Breder, Jéssica Mamede e Lenine Vasconcellos / GruPPEn Atuação: Jéssica Mamede e Carol Breder Neste experimento/performance, o GruPPEn traz uma possibilidade de realização corporal/sônica da proposição labaniana, promovendo o encontro entre a figura do icosaedro, em sua utilização pela abordagem de Laban, e o universo serial dodecafônico através do instrumento Contato-01. A atuante tem à sua disposição os doze sons da escala cromática dispostos em uma série sonora/espacial para serem tocados por seus movimentos corporais, que buscam insistentemente os 12 vértices do icosaedro, convidando a observar uma performance onde “ouvir é ver”.

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ÉDIPO
INTER(ATIVO)

Concepção e atuação: Jitman Vibranovski Em uma vivência teatral interativa, a oportunidade de mudar o destino inexorável, mas nem tanto, de Édipo. Sim! Aquele que matou o pai, casou com a mãe e terminou cego. O que você mudaria nessa história? Como? Quando?

Pesquisa coreográfica e atuação: Isabella Duvivier Souza Experiência sobre espaço interno e sentidos da interioridade na composição em dança, inspirada pelos padrões relacionais primordiais com ênfase espacial interior. Durante essa dança livre, a performer investiga dinâmicas improvisadas, iniciadas a partir da Forma-Fluxo e do Suporte de Fluxo, suas intensidades e direções até o Fluxo como Esforço em espaço externo. A exploração busca revelar as interações entre o eu e o mundo, onde a dança emerge como canal para percepção profunda e expressão. Fundamentada nas práticas de movimento de Irmgard Bartenieff, "Dentro" convida o público a refletir sobre a dança como prática integradora de corpo, mente e emoção.

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E SE NOS AMÁSSEMOS

Concepção, texto e atuação: Solange Padilha Uma mulher - eu poeta - se declara a uma árvore através de um poema, que percorre o fluxo vital. O buriti é um eco, um pulsar. A ele ela deseja se misturar. Quer incorporá-lo ao seu corpo. Quer incluir o sentimento de identidades sufocadas pelo cimento, que acaba destruindo o fluxo do eco/Ar. "Quisera ter buritis plantados ao peito. Aguar da trama musculos lúcidas escamas.”

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INVERNO DO FAUNO

Criação e concepção corêutica: Caio Picarelli Intérpretes-criadoras: Caio Picarelli e Nara Keiserman Visagismo e visualidades: Mona Magalhães Um Fauno, integrado aos encantados da árvore, respira a pulsão de vida que ecoa dos mantras de cura entoados pela artista que circula a periferia do espaço, criando diálogos sensíveis entre sua kinesfera e a kinesfera da árvore em fluxo contínuo, explorando o Estado Onírico. Corpo-Árvore, movimentos e mantras em danças espirais para honrar o povo vegetal que, com resiliência, zela pela Terra. Cosmos e Terra sempre em movimento. Cura e Proteção.

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IN-VÉRTICE

MUITA ÁGUA

Criação e atuação: Bruno Carneiro e Julia Franca Encontro dos saberes geracionais das artes circenses e seus corpos, aliados aos saberes e aprendizados ligados aos usos e manuseios da planta bambu. A metáfora trazida junto aos vértices do aparelho “Tripé”, assim como o uso de bastões, ambos feitos de bambu, propõe um cruzamento junto às transversalidades de Laban e Bartenieff ao relacionarem pontos de abertura e cruzamentos entre Corpo-Espaço. Num jogo atento e aberto a um “futuro ancestral”, como nos aponta Krenak, para sentir-agir as in-versões dos seres propõe resistência e flexibilidade a tantos cruzamentos entre matéria, vida e arte.

Criação e atuação: Cibele Sastre, Fabiano Nunes e Juliana Vicari As enchentes no Rio Grande do Sul em 2024 produziram uma catástrofe sócio-ambiental na capital gaúcha e em mais 94% dos municípios do Estado. MUITA ÁGUA é a dança-denúncia de um sistema colapsado pelas águas de uma sociedade triste, afogada e multifocada que amontoa os restos de suas vidas em frente à sua casa, no caso de ainda haver casa. Três artistas de um Porto não muito Alegre desdobram as experiências corporais dessa transformação radical barrenta de uma sociedade desgovernada. Informações desencontradas e desvios são as entranhas dos símbolos físicos visíveis da inundação. Esse trabalho atravessa a necessidade de transcriar afetos doloridos em arte.

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NA AUSÊNCIA DO SEU TOQUE

OBRA SEM TÍTULO

Intérprete e Coreógrafa: Luize Helena Pessanha A performance emerge da interseção entre o impulso interno, a improvisação e as teorias desenvolvidas por Rudolf Laban. É em momentos de silêncio e presença que o movimento se desdobra. O espaço se torna o receptáculo para o peso, tempo e fluxo que habitam em nós. O corpo dançante, em sua busca pelo toque ausente, explora a geometria do vazio e a poesia do movimento. Num cenário de quietude e conexão, o corpo dançante se torna um instrumento de expressão, traduzindo em movimentos a essência do que não pode ser dito com palavras. Cada gesto é uma sílaba, cada passo é um verso e o espaço ao redor se transforma em um poema tridimensional.

Criação e atuação: Bruna Fiuza e Luisa Fedrizzi Direção: Bruna Fiuza O desejo e o prazer de produzir dança a partir do estudo da linguagem do corpo, o movimento. Começamos pelas trajetórias transversas de uma Escala Axial. Sua característica cíclica oportunizou a construção de uma narrativa. Trabalhamos a aceleração e as dinâmicas se tornaram mais intensas. Continuar até a exaustão. Recuperar-se em Pré-Esforço. Progredir para Esforço. Retornar para explorar os Ritmos de Tensão de Fluxo, onde sensações e emoções se tornam mais relevantes. Ação-Recuperação / Estabilidade-Mobilidade.

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POLIFONIAS

REDONDEL: TRANS(PORTAR)CORPOS

Lado A - Criação, direção e atuação: Susana Fuentes Lado B – Atuação: Susana Fuentes Direção: Susana Fuentes, Michele Almeida Zaltron e Luciana Canton Composição em dois movimentos: Lado A – Gaivota, uma carta-poema para uma peça curta e Lado B - Flor: fronteiras, uma cena-poema-romance. Gaivota nasce antes e com o livro de Suzana: uma carta até nós, essa gaivota, ora folha, ora fogo, rio, revisita o Museu Nacional em chamas, o pantanal, e a pergunta para a gaivota: o que forte, e frágil, pode se perder a cada dia. O Lado B traz a mulher, a terra em perigo e, num reconstruir, memórias, vozes e heranças, a presença de outras no corpo, raízes. Quando começa uma guerra, quem você avisa primeiro?

Concepção e atuação: Aline Bernardi Atuação equestre (vídeo): Dourado e Amora Colaboração dramatúrgica: Ligia Tourinho Redondel é uma área circular, com piso de terra, areia ou grama, que cria um ambiente seguro para a convivência entre cavalos, e entre humanos e equinos. (Trans)portar é o ato de levar ou conduzir (seres ou coisas) a determinado lugar. Neste ritual ecopoético, a artista propõe um percurso performativo para convidar pessoas à experiência de trans-portar danças e escritas poéticas numa convivência de redondel sensorial. Através de um vídeo, assistido dos celulares das pessoas participantes, onde a artista dança e escreve com cavalos e éguas no redondel do Haras Instinto, se propõe uma abertura de modos de habitar coletivamente o “redondel” do Parque Glória Maria, deixando emergir percepções transculturais entre modos de existir no ato de tecer alianças interespécies com seres equestres. (Solicitamos que o público traga fones de ouvido)

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REMEMORIAR: CORPO-ESPAÇO-MEMÓRIA EM MOVIMENTO

Intérpretes-Criadoras: Helena Bevilaqua e Lilian Lima As cenas da performance alternam falas, áudios e música instrumental em gravações caseiras, narrando pequenos casos e grandes histórias de duas famílias, com destaque para suas duas matriarcas. Aborda-se poeticamente temas como envelhecimento, adoecimento, memória, esquecimento, movimento migratório e a relação com o alimento, no intuito de fomentar a investigação de histórias familiares como potenciais ferramentas no processo de criações artísticas. Entendendo que as duas matriarcas representam diferentes contextos geográficos e sociais, a performance trata da percepção sensível de dilatações e reduções dos tamanhos de Kinesfera, das variações de fatores de Esforço em suas gestualidades.

TODAS AS VEZES QUE TIVEMOS QUE PARTIR

Dramaturgia e direção: Regina Miranda Intérpretes-criadoras: Marina Salomon, Adriana Bonfatti e Ana Bevilaqua/Cia. Regina Miranda & AtoresBailarinos Num momento mundial, em que mais de 100 milhões de pessoas tiveram que abandonar suas “casas de origem” e sobreviver em tendas, ruas, ou cidades às quais não se sentem pertencentes, nos perguntamos como conviver com a perda, o que conservar, como reencontrar a própria dança nesses territórios imprecisos. Textos do indígena Guarani Kaká Verá Jecupé nos indicaram uma investigação cênica de escuta radical, relacional e comprometida como meio de passagem de memórias silenciadas. As Harmonias Espaciais de Laban, constelações que orientaram percursos. Respirar e aprender o trajeto de ir e vir entre mundos. Multiplicar lembranças, traçar na pele o sentimento. Como recomeçar?

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TRANSCOMPOSERS

Concepção e atuação: Denise Telles Música: Jocy de Oliveira e Villa Lobos Voloncelo: Daniel Silva “Transcomposers” é um termo proposto pela autora para nomear pessoas artistas compositoras, que criam suas obras tendo como motivação o relacionamento entre estruturas de linguagem composicionais e culturais plurais. Ambientada entre fios que formam fragmentos de sólidos geométricos, nesta performance de características operísticas, a performer dança e canta trechos de óperas contemporâneas brasileiras de Jocy Oliveira e fragmentos de composições de Heitor Villa-Lobos, enquanto busca dialogar com personagens de William Shakespeare, propondo em sua dramaturgia um diálogo cênico, musical e coreográfico entre a ópera brasileira e a dramaturgia inglesa.

BIO ARTISTAS Aline Bernardi Artista transdisciplinar focada nos trânsitos entre dança e escrita. Performer, bailarina, escritora, preparadora corporal, pesquisadora e professora, enfatiza práticas somáticas, improvisação e contato improvisação. Diretora Artística do Celeiro Moebius e criadora do Lab Corpo Palavra, é doutoranda em Artes da Cena no PPGAC/UFRJ, com estudos em ecofeminismos e alianças interespecíes. Mestre em Dança pelo PPGDan/UFRJ e pós-graduada pela Faculdade Angel Vianna. Tem formação técnica em Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna e aperfeiçoamento em Performance pelo c.e.m. de Lisboa. Curadora do Entre Serras: Residências Artísticas. Autora de "Performance Decopulagem" e "Lab Corpo Palavra: chão para uma prática de escritas dançadas". Integra a Rede CI Carioca, dança no espetáculo GBIN da Cia. Xirê contemplado pelo Sesc Pulsar Corpo Negro 2024, e atua como bailarina, pesquisadora e artista-criadora no espetáculo As Histórias de @evamariageni, contemplado com o Prêmio de Dança Funarj 2022 e Prêmio Cruzamentos de Intercâmbio Brasil França. Helena Paim Bevilaqua Cavalcante Artista bailarina, pesquisadora e educadora do movimento. Mestranda em Dança na UFBA, Pós-Graduada em Sistema Laban/Bartenieff e Licenciada em Dança pela Faculdade Angel Vianna (aluna de Ana Bevilaqua, nos componentes de Laban I e II). Técnica em Dança pela FAETEC. No Rio de Janeiro ministra aulas no Espaço D Dança, professora assistente no Centro de Movimento Deborah Colker e no projeto de "musidançaterapia" no IPUB (Instituto de Psiquiatria da UFRJ), com a professora Thelma Alvares. Professora de dança no Centro de Treinamento de Habilidades Psicossocioemocionais Affecti. Idealizadora do Coletivo Rememoriar. Na Bahia trabalha na Cia de Jazz Viviane Lopes e Escola Contemporânea de Dança. Lilian Isídio de Oliveira Lima Artista bailarina, pesquisadora e educadora do movimento. Mestre e Bacharel em Nutrição pela UFRJ e Licenciada em Dança pela Faculdade Angel Vianna (aluna de Ana Bevilaqua, nos componentes de Laban I e II). Professora assistente nas aulas do projeto "Te espero lá no Cacilda", ministrado por Teresa Taquechel, no projeto de "musidançaterapia" no IPUB (Instituto de Psiquiatria da UFRJ), com a professora Thelma Alvares. Professora de dança no Centro de Treinamento de Habilidades Psicossocioemocionais Affecti. Idealizadora do Coletivo Rememoriar. Marina Salomon Bailarina, atriz e diretora de movimento, com ampla formação e experiência nas áreas de Dança, Teatro e Sistema Laban/Bartenieff. Reconhecida pelo seu trabalho com a Companhia Regina Miranda e AtoresBailarinos, Marina atua, desde 1984, nos trabalhos encenados por esta Companhia, tendo uma longa e profícua parceria artística com a coreógrafa e diretora Regina Miranda. Nos últimos 25 anos tem investigado as interseções entre Dança, Teatro e Sistema Laban/Bartenieff onde destacam-se suas participações, como intérprete, em obras site-specific e performances como Romola e Nijinsky (2019), P.O.E.M.A (2016), Orfeu (2005), Feliz Aniversário (2004), Rua Alice, 75 – Quartos de Aluguel (2002), S.Thala (1994) e A Divina Comédia (1991), todos com direção de Miranda. Por sua atuação no espetáculo-performance Naitsu - Noites com Murakami foi agraciada com o 1o Prêmio Cesgranrio de Dança - 2018, na categoria Melhor Bailarina. Marina é Mestre em Teatro pela Unirio. Adriana Bonfatti Atriz-bailarina, diretora de movimento e preparadora corporal. Professora adjunta e coordenadora do Bacharelado em Atuação Cênica na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), é Mestre em Teatro e Doutora em Artes Cênicas pela Unirio e Analista de Movimento (CMA) pelo Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies, LIMS Nova York. Trabalhou com diretores de teatro como Gabriel Villela, Delson Antunes, José Possi Neto, Moacyr Góes e Yvone Hoffman. Atua na Cia. Regina Miranda & Atores-Bailarinos, desde 1989, participando de seus projetos artísticos e socio-educacionais no Brasil e no exterior. Destaque para interpretação no espetáculo Moderato Cantabile - selecionado para representar o Brasil na Bienal de Dança de Lyon, França, e Moosbrugger dances - espetáculo premiado pela “Originalidade coreográfica” no Saitama International Dance Festival, Japão, ambos dirigidos e coreografados por Miranda. Ana Bevilaqua Bailarina e atriz, doutoranda em Artes Cênicas e mestre em Teatro pela UNIRIO. Bacharela em Artes Cênicas pela UNIRIO e Analista de Movimento Certificada (CMA) pelo Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies (LIMS-NYC) desde 2008. Trabalha há mais de 30 anos com a Cia. Regina Miranda & AtoresBailarinos, atuando em espetáculos como Perigo de Vida, Divina Comédia, Noturno, Ghazal e Orfeu, além de participar em seus projetos sociais e educativos. Como bailarina convidada e ensaiadora, colaborou com Os Dois Cia. de Dança, dirigida por Giselda Fernandes e Hilton Berredo. Trabalha em preparação corporal e direção de movimento para teatro, junto a diretores como João Fonseca, Delson Antunes e Walter Lima Jr. Desde 2006, é professora na graduação, pós-graduações e mestrado profissional da Faculdade Angel Vianna (FAV), onde também coordena a pós-graduação em Sistema Laban/Bartenieff e os cursos de graduação. Denise Telles Performer, atriz, cantora lírica, diretora teatral, coreógrafa, pesquisadora e Transcomposer. Com Doutorado em Psicologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ. é Mestre em Ciência da Arte pela Universidade Federal Fluminense - UFF e Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, onde atuou por muitos anos como docente e coordenou o projeto Hólos Arte - multilinguagens e Ciências Relacionais em processos criativos multiculturais em Arte, Ciência e Tecnologia. Especializou-se em "Artes do Movimento” atraves do programa Mphil/PhDdo Laban Centre de Londres(atual Trinity Laban). É tambem formada pela Faculdade de Dança Angel Vianna, FAV onde atua como professora na Pós-Graduação em Sistema Laban/Bartenieff. Coordena o Curso de Formação “Laban e a Arte do Movimento”. Daniel Silva Natural de Niterói – RJ, Daniel Silva é violoncelista recitalista, camerista e músico de orquestra. Estudou violoncelo com Nerisa Aldrighi, Atelisa Salles, Marcelo Salles, Iura Ranevsky e Alceu Reis, dentre outros. Participou de Festivais como o Bayreuth Festival of Young Artists, Festival Internacional de Campos do Jordão, Femusc, Orquestra Sinfônica CAF latino-americana sob a regência do Maestro Gustavo Dudamel. Como solista, foi vencedor do Concurso Jovens Solistas da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem, participou da gravação do CD "O menestrel e o Sertão Mundo", do cantor e compositor Elomar Figueira de Melo com a Orquestra Sinfônica Nacional, e ainda, frente à OSN, interpretou Piazzolla. Daniel é violoncelista da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Bacharel em música pela UFRJ, pós-graduado pelo CBM, integrante fundador do Quarteto Kalimera, com o qual foi premiado no Festival da Rádio MEC FM 99,3 e do Quarteto MetAcústico, com o qual obteve o primeiro lugar no concurso do 56o Festival Villa-Lobos. Ana Carolina Navarro Pesquisadora e artista de Dança que se interessa pela relação entre Dança, Saúde e Tecnologias Digitais Modernas. Doutoranda e Mestre em Engenharia Biomédica (COPPE/UFRJ), possui especializações em Sistema Laban/Bartenieff (FAV), Estudos Contemporâneos em Dança (UFBA) e Biomecânica (UFRJ). Licenciada e Bacharela em Teoria da Dança (UFRJ). Jéssica Mamede Graduanda em Licenciatura em Dança na UFRJ. Técnica em Dança pela Rede FAETEC (2020). Intérprete do Grupo de Pesquisa Partitura Encenada do Departamento de Arte Corporal na UFRJ. Extensionista bolsista PROFAEX no projeto Saberes do Corpo da Faculdade de Educação na UFRJ. Integrou a Companhia de Atores Bailarinos Adolpho Bloch. Lenine Vasconcellos Professor Associado do Departamento de Arte Corporal (EEFD/UFRJ), responsável pelas disciplinas de Música. Doutor em Artes Cênicas (UNIRIO). Mestre em Engenharia Mecânica (COPPE/UFRJ), Bacharel em Física (UFRJ). Pesquisador com envolvimento e interesse nas áreas de performance e composição musical, dança, encenação, interações entre arte e tecnologia, acústica arquitetônica, acústica musical, audiovisual, abordagens interdisciplinares e educação. Líder do Grupo de Pesquisa Partitura Encenada Isabella Duvivier Souza Bailarina, artista-pesquisadora, bolsista CAPES, estudante de mestrado no Programa de Pós Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - PPGAC - UNIRIO, pós graduada em Sistema Laban/Bartenieff pela Faculdade Angel Vianna, RJ. Jitman Vibranovski Nascido em 1945, Jitman é ator, autor e diretor de teatro desde 1964. Premiado como melhor ator na FITA em 2015 por "Silêncio", dirigida por Renata Mizrahi, atuou em peças como "Édipo Rei," "Rei Lear," "Volpone" e "O Homem e o Cavalo." Participou da montagem anual da Paixão de Cristo no Rio de Janeiro, interpretando Jesus por mais de 20 anos. Na televisão, esteve em séries e novelas como "As Aventuras de Poliana," "Dois Irmãos," "JK" e "Amor à Vida." No cinema, integrou o grupo de malandros da "Ópera do Malandro," dirigida por Ruy Guerra e coreografada por Regina Miranda, com quem estudou dança contemporânea. Atuou na Cia. Regina Miranda & Atores Bailarinos e em grupos de teatro, como Mergulho no Trágico e Companhia dos Atores. Dirigiu espetáculos, entre os quais "A Classe Média no Espelho," "K. Relato de uma Busca," "Marx Baixou em Mim,” e "Édipo Eu." Atualmente, dirige o grupo Militantes em Cena. Solange Padilha Solange é poeta, poeta visual, atriz, pesquisadora e fotógrafa amadora, natural de Belém do Pará e vive no Rio de Janeiro. Morou em Paris durante a ditadura militar, formando-se em Ciências Sociais pela Sorbonne. Fez mestrado em Ciências Sociais pela PUC/SP e é doutora em Antropologia da Arte pela PUC/SP, com pesquisas de pós-doutorado pelo CNPq no acervo do Museu Nacional de Belas Artes. Foi editora do primeiro jornal feminista brasileiro, 'Nós Mulheres' (1976/1979, SP). Tem participação em inúmeras antologias e coletâneas, tais como Nova poesia brasileira, Antologia de poemas cariocas, Antologia de poesias Mulherio das Letras e As mulheres poetas na literatura brasileira. Seu livro de poemas mais recente é “Sobre aquilo que não cessa.” Caio Picarelli Doutorando e Mestre em Artes Cênicas pela Unirio. Artista- docente-pesquisador de Dança Butô, pós-graduando em Sistema Laban/Bartenieff pela FAV. Utiliza o Sistema como caminho investigativo na prática das poéticas da Dança Butô e também como aporte de proposições de experiência em âmbito educacional e de processos criativos em dança. Nara Keiserman Professora titular da Escola de Teatro da Unirio, atuando no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC). Mona Magalhães Professora da Escola de Teatro da Unirio, atuando no Programa de Pós-Graduação em Ensino das Artes Cênicas (PPGEAC). Julia Franca CMA - Certified Movement Analyst, artista-pesquisadora e docente do Departamento de Arte Corporal - DAC/EEFD da UFRJ. Foi docente da Escola e Faculdade Angel Vianna, atuando no Curso Técnico em Bailarino Contemporâneo e na Pós-graduação em Sistema Laban/Bartenieff. Lecionou acrobacia aérea no Diplomado em Artes Circenses MEX-DF e no Espaço de Criação da Cia. Intrépida Trupe. É doutora em Arte e Cultura Contemporânea - PPGArtes/ UERJ, mestre em Estudos Contemporâneo das Artes - PPGCA /UFF, graduada pela Faculdade Angel Vianna, e Técnica em Artes Circenses pela Escola Nacional de Circo - FUNARTE. Atualmente, desenvolve sua pesquisa sobre um olhar híbrido entre as artes da cena, a dança e o circo, a partir de lentes das análises do movimento e do Sistema Laban/Bartenieff. Bruno Carneiro Formado pela Escola Nacional de Circo em 2010 e hoje professor da instituição, é fundador do Grupo Circondríacos e artista-criador de companhias como ARCHAOS (França), Carroça de Mamulengos, Circundando (Porto Rico), Crescer e Viver, Corpos Acrobatic (Holanda), Intrépida Trupe, Irmãos Brothers, Teatro de Anônimo, dentre outras. Cibele Sastre Doutora em Educação pelo PPGEDU-UFRGS, Mestre e Bacharel em Artes Cênicas pelo PPGAC e DAD do Instituto de Artes da UFRGS. Especialista em Laban Análise em Movimento (LMA/BF) pelo Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies (LIMS) em NY, com bolsa do Ministério da Cultura, e título de CMA (Certified Movement Analyst). Especialista em Consciência Corporal - Dança pela FAP-PR. Professora adjunta do Curso de Dança da UFRGS, ensina dança moderna e contemporânea, análise de movimento, composição coreográfica e educação somática. Pesquisa a Prática como Pesquisa em Dança e investiga a relação entre Dança, Educação Somática e Criação. Coordena projetos de extensão sobre questões étnico-raciais e ambientais, como SêNegra Esefid e Coletivo Corpo Negra. Integra os Grupos de Pesquisa GRACE/UFRGS e GESTA/UERGS, e a Rede Internacional de Estudos da Presença (GETEPE|UFRGS). Atua como criadora intérprete, coreógrafa e dramaturgista na docência e em parcerias na pesquisa em dança. Fabiano Nunes AtorBailarinoPerformer, Terapeuta, Diretor de Filmes de Dança, Professor de Dança Contemporânea e Consciência Corporal. Graduado em Dança pela FAV e Especialista em Sistema Laban/Bartenieff pela FAV em parceria com o LABAN Rio. Trabalha com Regina Miranda desde 2014, tendo atuado nas 06 instalações cênicas para espaços históricos, dirigidas pela coreógrafa para o Projeto Porto de Memórias. Mais tarde, protagonizou o espetáculo “Murakami: O Leitor de Sonhos” (2016) e fez parte do quarteto que, em 2022, levou à cena “Olhos da Pele”, ambos com a Cia. Regina Miranda & AtoresBailarinos. Em 2023 resolveu voltar para Porto Alegre/Rio Grande do Sul, onde vem trabalhando com aulas e com as artistas-pesquisadoras labanianas com quem se apresenta. Juliana Vicari É bailarina, coreógrafa e professora. Professora do Curso de Licenciatura em Dança na UERGS/Montenegro e na ULBRA/Canoas. Mestra em Artes Cênicas pelo PPGAC da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Especialista em Análise de Movimento Laban pelo Laban Bartenieff Institute of Movement Studies, Nova York (2010). Especialista em Corpo, Arte e Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009) Graduada em Dança: Licenciatura pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (2007). Luize Helena Pessanha Bacharel em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Pedagoga formada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro e pós-graduada em Dança-Educacional pela Censupeg. Em 2018 cursou a Formação Laban Arte e Movimento. Em 2019 ganhou bolsa para o Curso de reeducação do movimento – Método Bertazzo. Atuou como intérprete-criadora na Cia de Dança Contemporânea, na Lúmini Cia de Dança e no Coletivo Flores, junto ao qual recebeu o Prêmio Klauss Vianna 2015, realizando a circulação de Cantos e Contos Coreográficos. Atua como coreógrafa da Escola Municipal de Dança de Macaé e como professora da Escola de Artes Maria José Guedes. Em 2020 foi contemplada pelo Edital Cultura Presente nas Redes da Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Bruna Fiuza Licenciada em Dança pela FAV (Faculdade Angel Vianna/RJ); Especialista em Sistema Laban/Bartenieff de Análise do Movimento pelo LIMS (Laban/Bartenieff Institute of Movement Studies), NYC. É professora na Pós-Graduação do Sistema Laban/Bartenieff na FAV e Fisioterapeuta pelo IBMR (Instituto Brasileiro de Medicina e Reabilitação) com atuação na cinesioterapia aplicada para a saúde dos desequilíbrios nos sistemas corporais. Como artista da dança, atua como bailarina e assistente de direção de trabalhos cênicos. Luísa Fedrizzi Licenciada em Dança pela ULBRA/Canoas, Especialista em Sistema Laban/Bartenieff de Análise de Movimento pela FAV/Rio de Janeiro, e dirige seu próprio espaço de danças em Caxias do Sul – RS, onde atua na direção de pesquisas em movimento que partem de temas relacionados ao Sistema L/B. Como profissional da dança, atua como bailarina, professora, pesquisadora e coreógrafa. Susana Fuentes Atriz, escritora, dramaturga, bailarina, autora de A Gaivota ou a vida em torno do lago - tema para uma peça curta (semifinalista do prêmio Oceanos), escreveu a peça teatral Prelúdios, solo onde também atua, selecionada para o The New York International Fringe Festival e realizou doutorado em Literatura Comparada pela UERJ. Michele Almeida Zaltron Pesquisadora de artes cênicas, professora, diretora e atriz, realizou doutorado pela UNIRIO, com estágio doutoral (bolsa CAPES-PDSE) na Escola-estúdio do Teatro de Arte de Moscou, Rússia. Luciana Canton Diretora de teatro e cinema, atriz e pesquisadora com graduação e mestrado em Cinema (USP), doutorado em Pedagogia do Teatro (USP) e formação de atriz no New York Conservatory for Dramatic Arts, nos Estados Unidos. Ligia Tourinho Artista do movimento: atriz e artista da dança. Dedica-se tanto à criação artística quanto à pesquisa em artes, atuando em projetos no campo da preparação corporal, da improvisação, das dramaturgias do corpo, das práticas somáticas e das lutas das mulheres. Doutora em Artes, Mestre em Artes e Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Especialista em Sistema Laban/ Bartenieff pela Faculdade Angel Vianna (FAV) e Analista do Movimento pelo Laban Institute of Movement Studies (CMA/ LIMS/ Nova York). Professora Associada do Depto. de Arte Corporal da UFRJ com atuação nos cursos de Bacharelado em Dança, Bacharelado em Teoria da Dança, Licenciatura em Dança e Bacharelado em Direção Teatral. É Professora Permanente dos Programas de Pós-graduação em Artes da Cena (PPGAC) e em Dança (PPGDan). É professora convidada da Pós-graduação em Laban/Bartenieff da Faculdade Angel Vianna (FAV-RJ) e da Pós-Graduação em Ensino de Dança Clássica da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, Theatro Municipal doRiode Janeiro. Regina Miranda Coreógrafa, dramaturga, diretora teatral, cineasta e ativista cultural. Nos últimos 20 anos, viveu e trabalhou entre Nova York e Rio de Janeiro. Em NYC, criou e dirigiu performances apresentadas na Immersive Gallery, Dixon Place, Joyce Theater, Manhattan Movement and Arts Center e Petzel Gallery. Foi Diretora de Arte & Cultura do Laban/Bartenieff Institute (LIMS) de 2001 a 2019 e, por duas vezes, também eleita como sua Diretora Executiva. No Rio, desde 1980, é Diretora Artística/Coreógrafa da Cia. Regina Miranda & AtoresBailarinos, para quem criou e dirigiu mais de 50 espetáculos e instalações coreográficas, premiados nacional e internacionalmente. É Diretora do LABAN Rio, espaço de referência para artistas do Sistema Laban/Bartenieff, e Coordenadora da Pós-Graduação em LBMS na FAV. Em 2019, expandiu seu olhar para o cinema, tendo escrito e dirigido cinco curtas e, em 2023, realizado seu primeiro longa-metragem - “Mulheres em Auschwitz: Escritas de Resistência”. Em 2023, recebeu o Prêmio FUNARTE - Mestras e Mestres das Artes Brasileiras, pelo conjunto de sua obra. É CMA, pelo Laban/Bartenieff Institute – LIMS NYC, com Bacharelado em Teoria da Dança pela SUNY e Mestrado em Ciências pela GCU, USA.

ECOPOETIC

2022

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Laban 2022 Ecopoetic performances

Arte

Igualdade, Diversidade e Inclusão

Desde o início do século XX até a cena contemporânea atual, a arte tornou-se mais intencional em sua abordagem da mudança social. Hoje em dia, a arte política parece não pertencer a uma categoria exclusiva, nem apresentar uma abordagem estilística unificada, mas sim prosperar na diversidade e na transmissão de mensagens temáticas e na interação com o público de uma forma inerentemente política.


ECOPOETIC @ LABAN 2022 convida artistas de todas as linhas de pensamento do Sistema Laban/Bartenieff a refletir sobre como a dança ou a performance podem se relacionar com o conceito do evento, que se torna ampliado através de inúmeras perspectivas criativas. Especificamente, a conferência está interessada no papel que danças, poesias, músicas e artes performáticas informadas pelas teorias de Laban podem desempenhar na valorização da diversidade cultural e na criação de igualdade e inclusão entre os seres humanos.


Desde o primeiro evento ECOPOETIC, apresentado em 2018 no Washington Square Park/Nova York, adotamos o termo “Ecopoetic”, como um guarda-chuva conceitual para práticas artísticas que adotam um pensamento ecológico, multifocal, interconectado e orientado a nutrir fugas de comportamentos padronizados e a desenhar de caminhos que possam oferecer novas e melhores possibilidades de vida.


ECOPOETIC @LABAN 2022 evoca os trabalhos do início do século XX criados pelo
coreógrafo/teórico do movimento Rudolf Laban (1879 – 1958), que acreditava que sua estrutura coreográfica indicava necessidades e questões centrais da sociedade: “Compartilhar, relacionar e criar em coletivo”. Acreditamos que, quando performances em espaços públicos se relacionam de maneira horizontal com a plateia, são mais efetivas em nutrir essas necessidades, transformando a percepção de cada pessoa sobre as outras e sobre o entorno, redefinindo os 
lugares sociais por meio de formas inusitadas do uso dos espaços e até mesmo redefinindo as maneiras de ocupá-lo.


Em ECOPOETIC @LABAN 2022 reafirmamos a escolha de uma estrutura espacial multicêntrica, formada por pequenos pontos performáticos, com o objetivo de criar uma rede de arte com infusão do campo labaniano, conectando diferentes espaços do Centro Cultural Casa França-Brasil. Nos interessamos pelas pessoas, atuando de perto e com as pessoas, dialogando com o ambiente, acrescentando novos ritmos e dinâmicas de movimento à bela atmosfera que já existe.

ECOPOETIC / 2018 / NYC

Diretora Artística
Ms. Regina Miranda

CMA - Centro Laban Rio

Curadoria

Ms. Bala Sarasvati CMA - Jane Wilson Professor/Georgia University

Dra. Denise Telles PHD Laban Centre London | Unirio
Dra. Lígia Tourinho CMA - UFRJ
Luciana Bicalho Educadora Labaniana | FAV e CAL
Ms. Luiza Marcier PUC-Rio
Marina Salomon 
CMA Hon. | Centro Laban Rio e CAL

Dra. Elisabete Reis UFF, Unilasalle RJ

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