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VENDA DE INGRESSOS

A DIVINA COMÉDIA

Ritrovai-Rivedere

DIVINA COMÉDIA

Informamos que já está disponível a venda de ingressos para A DIVINA COMÉDIA: Ritrovai – Rivedere, com direção de Regina Miranda, evento associado à Conferência Laban 2026.
 
Os ingressos podem ser adquiridos através da Sympla:
 

https://www.sympla.com.br/evento/divina-comedia-ritrovai-rivedere/3496104

A DIVINA COMÉDIA:
Ritrovai – Rivedere 

30 jul - 2026 • 18:00 e
30 jul - 2026 • 20:00

DUAS ÚNICAS APRESENTAÇÕES:
DIA 30 DE JULHO (5ªF), ÀS 18H E ÀS 20H
 
ONDE:
MAM Rio – Museu de Arte Moderna do Rio

Av. Infante Dom Henrique, 85,
Parque do Flamengo / RJ  
Tel: (21) 3883-5600
DURAÇAO: 75 min

GÊNERO: instalação cênica itinerante
CLASSIFICAÇAO: 12 ANOS
CAPACIDADE: 700 espectadores

Trinta e cinco anos após a histórica ocupação do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a coreógrafa e diretora Regina Miranda revisita uma das obras mais marcantes de sua trajetória artística. A Divina Comédia: Ritrovai (reencontro) – Rivedere (reimaginação) transforma os 16.500 m² dos jardins do MAM Rio em uma grande instalação cênica imersiva, reunindo cerca de 120 atores, bailarinos e performers de diferentes gerações.


Inspirado no clássico de Dante Alighieri (1265–1321), o espetáculo recria a travessia por Inferno, Purgatório e Paraíso em uma experiência de livre circulação, na qual o público percorre diferentes espaços e constrói seu próprio trajeto entre cenas simultâneas. Mais do que uma adaptação da obra medieval, a montagem propõe uma reflexão sobre o mundo contemporâneo: o Inferno representa as crises pessoais, políticas e sociais; o Purgatório, o espaço da transformação e da esperança; e o Paraíso, a possibilidade do encontro, da comunhão e da transcendência.


O elenco reúne artistas entre 18 e 90 anos, integrando jovens intérpretes e participantes da montagem histórica apresentada no MAM há 35 anos. O reencontro entre diferentes gerações reafirma a força da criação coletiva e celebra a permanência da arte como espaço de memória, reinvenção e experiência compartilhada.

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Museu de Arte Moderna, MAM RJ

Companhia Regina Miranda & AtoresBailarinos

apresentam

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Direção e Coreografia Regina Miranda

Diretora Associada Marina Salomon

Diretoras Assistentes Adriana Bonfatti e Ligia Tourinho

Há 35 anos, A Divina Comédia, instalação cênico-coreográfica imersiva e itinerante, criada e dirigida por Regina Miranda, tomava forma ocupando todos os espaços do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, MAM RJ desde seu subsolo até a laje que cobria o antigo Galpão das Artes, passando por seus jardins e galerias de arte.

 

A estrutura dramatúrgica do espetáculo encenava todos os Cantos da obra de Dante e trabalhava a travessia entre os subterrâneos, jardins e salas de exposição do museu como forma de organização da cena, deslocamento do corpo e princípio espacial, dialogando de tal modo com a arquitetura do MAM que esta se tornou parte indissociável do espetáculo. Com 146 intérpretes e a participação de vários artistas plásticos, a instalação conquistou a cidade, “transformou o museu num paraíso”, como escreveu o cineasta Arnaldo Jabor na Folha de São Paulo, e se tornou um marco histórico na cena artística brasileira.

 

Em 2026, o Museu de Arte Moderna, MAM RJ é, mais uma vez, o espaço escolhido por Regina para sua reimaginação do texto de Dante como performance imersiva de grande formato, agora com o título RITROVAI A DIVINA COMÉDIA RIVEDERE. O espetáculo será realizado no dia 30 de Julho de 2026  com cerca de 100 artistas da dança, teatro, ópera e circo, - entre os quais a Cia. Regina Miranda & AtoresBailarinos, aproximadamente 20 integrantes da montagem original e 70 artistas convidadas/os - atuando em cenas simultâneas nos belos jardins do museu.

Para reativar as travessias entre territórios como modos de existência do corpo, a diretora propõe a dramaturgia do limiar e deslocamento, na qual os sentidos emergem não da possível permanência em cada espaço, mas da experiência de passagem entre eles. Assim, o espetáculo pulsa entre o já vivido e o instante presente, escuta as ressonâncias da primeira montagem, percebe o que dela permanece vivo no corpo-memória e cria uma experiência nova e coletiva, que celebra a força do corpo em movimento como arquivo vivo, embebido de espaço e em constante troca com seu entorno.

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